PCDF deflagra Operação Rosário para coibir organização criminosa

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PCDF deflagra Operação Rosário para coibir organização criminosa

Na manhã desta terça-feira (13), a Polícia Civil do DF, por meio da Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa – CHPP, deflagrou a terceira fase da Operação Rosário para dar cumprimento a 49 mandados de prisão preventiva, seis mandados de prisão temporária e 55 mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pela Vara Criminal e do Tribunal do Júri do Riacho Fundo.

A Operação Rosário teve início em 8 de março deste ano e é fruto de um trabalho integrado entre a CHPP/PCDF e as Promotorias de Justiça do Riacho Fundo, Recanto das Emas e do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional – Nupri. O objetivo é desarticular uma organização criminosa local com atuação nos crimes de tráfico de entorpecentes, homicídios, roubos, tráfico de armas e rufianismo. Além disso, nos últimos dois anos, o grupo passou a atuar como uma verdadeira facção no seio do sistema penitenciário local.

As duas primeiras fases, desencadeadas nos dias 25 de maio e 20 de julho, visaram à prisão de dois integrantes da liderança da organização. Na primeira ação, F.C.M., vulgo Doidinho, foragido da justiça há 11 anos, foi preso na Cidade Ocidental/GO. Já G.S.B., vulgo Guga, foi preso na cidade de Imperatriz/MA, por policiais civis da CHPP em uma ação que contou com o apoio da Polícia Civil daquele estado.

Os mandados judiciais foram expedidos em dois inquéritos policiais instaurados para apurar a extensão das atividades criminosas dessa organização e a prática de atos de lavagem de dinheiro do crime. Nesse contexto, a justiça do DF decretou, ainda, o sequestro de 11 imóveis, 17 veículos e valores existentes em contas de 60 pessoas vinculadas à organização.

Todo o trabalho de investigação só foi possível com a aplicação de uma metodologia de investigação baseada em técnicas de análise de vínculos e medidas cautelares sigilosas que permitiram a elucidação de 45 inquéritos policiais versando sobre delitos de homicídios. Nesses crimes, os integrantes do grupo estavam envolvidos ora como autores, ora como vítimas de uma guerra entre criminosos que disputavam o tráfico de entorpecentes no Distrito Federal.

As provas permitiram também o desarquivamento ou instauração de 14 inquéritos policiais versando sobre homicídios tentados e consumados cuja autoria não havia sido esclarecida. Durante a operação 46 pessoas foram presas, além de apreender 70 quilos de maconha e quatro armas.


Fonte:Divisão de Comunicação/DGPC
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PCDF, excelência na investigação.